5 de maio de 2017

REVISÃO 71 E 72

Estude os exercícios em casa. Procure o conteúdo nos livros em caso de dúvida.

1. Circule os sujeitos das orações abaixo:
a) Vende-se casa.
b) Compra-se livro antigo.
c) Procura-se enfermeira para cuidar de idosos.
d) Conserta-se prancha de surfe.

2. Complete as orações com porque, por que, porquê, por quê:
a) _________________ estes lápis estão esparramados pelo chão?
b) Você não me convidou para o seu aniversário, ______________?
c) Não consigo explicar o ___________ de toda essa confusão.
d) Não fomos à piscina ____________ o tempo estava ruim.
e) Finalmente consegui empregar os ____________.

3. Identifique nas frases abaixo os adjetivos. A seguir, reescreva as frases passando os adjetivos para o plural, adaptando as demais palavras, quando necessário:
A nova roupa de Naiara chamou a atenção de todo o público.

O guri gordo vai fazer uma cirurgia para diminuir sua deficiência cervical.


Aquela nova rua já está toda arrebentada, cheia de buracos mil.


Gostaríamos de falar com a simpática mãe de Mauricio Junior.

4. Pontue as frases obedecendo as regras da língua culta (. , ! ?):
a) Quando ela sair___ fale o mais alto que você puder____
b) Qual é a tua idade mesmo_____
c) Socorro____
d) Não saia daqui por nada deste mundo______
e) O pessimismo é algo muito negativo_____ por isso seja mais otimista_____

5. Caracterize o tipo de sujeito que está em cada uma das frases a seguir (simples, composto, oculto):
a) O seu problema é.
b) Que você não dá valor à felicidade.
c) Dou sim!
d) Eu amo a felicidade.
e) Mas eu não me importaria com um pouco de diversão.

6. Determine o tipo de sujeito de cada frase, escrevendo nos parênteses
SS para sujeito simples             SC para sujeito composto                     SI para sujeito indeterminado    
SO para sujeito oculto               OSS para oração sem sujeito:
a)      Quem descobriu a pólvora?                                (             )
b)      Viajaram o presidente e o secretário.                  (             )
c)      Comprou o bilhete e saiu.                                  (             )
d)      Anunciaram a morte do diplomata.                     (             )
e)      Há forças ocultas também aqui!                         (             )
f)        Ontem, aqui fazia muito frio.                              (             )
g)      Nosso time será derrotado fragorosamente!        (             )
h)      Bia e Sandra estão passeando de avião.              (             )

7. Assinale a sequência correta em relação aos tipos de adjetivos e suas definições:
 I. Adjetivos formados por apenas um radical.
II. Adjetivos formados por dois ou mais radicais.
III. Adjetivos que não são derivados de outra palavra em língua portuguesa.
IV. Adjetivos formados a partir de outros substantivos ou verbos.
V. Adjetivos que se referem à origem ou nacionalidade do substantivo.
( ) pátrios
( ) primitivos
( ) compostos
( ) derivados
( ) simples

20 de abril de 2017

PREDICADOS

RECUPERAÇÃO DE CONTEÚDO
TURMAS 201, 202, 203
PREDICADO VERBAL
PREDICADO NOMINAL
PREDICADO VERBO-NOMINAL

Predicado Verbal: É o termo da oração onde se encontra o verbo e o que diz do sujeito. Vamos ao exemplo: 
                                              O galo canta. 
 
O sujeito da oração é "o galo". Aquilo que se diz do galo é o predicado dessa oração, ou seja, "canta" é o predicado. Nesse exemplo, podemos observar que o predicado é formado por um verbo intransitivo - o verbo cantar, que tem sentido completo. 
Vamos a uma outra situação, dessa vez expressa por um ditado popular.  
                                 De grão em grão, a galinha enche o papo. 
 
O sujeito da oração é "a galinha" e tudo que se diz sobre ela é o predicado. Ou seja "de grão em grão, enche o papo". Nesse caso, o verbo do predicado é um verbo transitivo direto - o verbo encher, que pede um complemento, o chamado objeto direto: "o papo"
Mais um exemplo.  
                                                O cravo brigou com a rosa. 
 
Como o sujeito dessa oração é "o cravo", todo o resto é o predicado: "brigou com a rosa". O predicado é expresso por um verbo transitivo indireto - o verbo brigar. Ele pede um complemento, um objeto indireto. O complemento do verbo transitivo indireto sempre se liga ao verbo por uma preposição (com).  
O predicado também pode ser expresso por um verbo transitivo direto e indireto, ou bitransitivo, conforme alguns gramáticos nomeiam. Vejamos:  
                                               Ele contou o segredo a todos. 
 
O sujeito é "ele" e o verbo do predicado é "contar". Trata-se de um verbo que tem dois complementos: um objeto direto ("o segredo") e um objeto indireto ("a eles").  Alguém conta algo a outro. 

Nos quatro exemplos que analisamos, o predicado estava expresso por verbos. Quando o núcleo do predicado é um verbo, temos um predicado verbal que pode ser um verbo intransitivo ou transitivo. O verbo transitivo, por sua vez, pode ser transitivo direto ou indireto.  

Resumindo:
Predicado Verbal 
a) verbo intransitivo.                                  Ele sorriu. 
b) verbo transitivo direto.                          Ele observava a paisagem. 
c) verbo transitivo indireto.                        Ele falou de Rosita. 
d) verbo transitivo direto e indireto.           Ele ensinou a lição ao aluno. 
 

Predicado nominal 
Há casos, porém, em que o núcleo do predicado não é um verbo. A declaração que se faz sobre o sujeito não está contida no verbo (ou seja, o mais importante não é que a galinha "enche", ou que o galo "canta"), mas um substantivo ou adjetivo (que chamamos de "nomes") que se seguem ao verbo. 
                                            A galinha do vizinho é mais gorda. 
 
O sujeito é "a galinha do vizinho". O núcleo do predicado não está contido no verbo ("é"), mas no adjetivo - "gorda". "Gorda" é o nome que se liga ao sujeito através de um verbo de ligação. "Gorda" é o predicativo do sujeito. O verbo de ligação tem a função de ligar o predicativo ao sujeito. 

Verbos de ligação 
O verbo de ligação pode indicar o tipo de relação que existe entre sujeito e predicativo. Os verbos de ligação mais freqüentes são: "ser", "estar", "ficar", "parecer", "permanecer" e "continuar". Além deles, vários outros verbos podem servir como verbo de ligação. 
Vamos analisar as orações abaixo: 
a) Joaquim é louco. 
b) Joaquim parece louco. 
c) Joaquim fica louco. 
d) Joaquim anda louco. 

 
Predicado verbo-nominal 
Vamos observar a seguinte oração: 
                                                Maria chegou esbaforida. 
 
Verificamos que o predicado possui dois núcleos. O primeiro é constituído pelo verbo intransitivo "chegou" e o segundo é constituído pelo adjetivo "esbaforida". Dizemos que o predicado é verbo-nominal, pois tem um núcleo verbal e outro nominal. Nesse caso, o predicativo refere-se ao sujeito, ou seja, "esbaforida" refere-se a "Maria". Temos um predicativo do sujeito. Observe agora uma outra situação. 
                                               O júri julgou o réu culpado.  
 
O verbo transitivo ("julgou"), um objeto ("o réu") e um predicativo ("culpado") aparecem aqui. Temos um predicado verbo-nominal. Ele tem dois núcleos: um verbo e um adjetivo. 
Se observarmos com mais cuidado, veremos algo importante. Nesse caso, o predicativo não se refere ao sujeito, mas sim ao objeto direto ("culpado" refere-se a "réu"). "Culpado" é um predicativo do objeto. 

13 de abril de 2017

PRONOMES

TURMAS 81 E 82 - ATIVIDADE EXTRA

PRONOMES PESSOAIS são termos que substituem ou acompanham o substantivo. Servem para determinar as pessoas do discurso, que são:
1ª pessoa............a que fala
2ª pessoa............com quem se fala
3ª pessoa............de quem se fala

Os pronomes pessoais classificam-se em retos e oblíquos:
São pronomes retos, quando atuam como sujeito da oração.

                  Singular   Plural          Exemplo:
1ª pessoa   eu           nós                  Eu escrevo todos os dias.
2ª pessoa   tu           vós                  Tu também tens lido?
3ª pessoa   ele/ela   eles/elas          Será que ela lê também?

Pronomes oblíquos átonos: me, te, o, a, lhe, se, nos, vos, os, as, lhes.

PRONOMES POSSESSIVOS - Indicam posse. Estabelece relação da pessoa do discurso com algo que lhe pertence.
                         Singular                         Plural
1ª pessoa          meu(s), minha(s)       nosso(s), nossa(s)
2ª pessoa          teu(s), tua(s)                 vosso(s), vossa(s)
3ª pessoa          seu(s), sua(s)                

PRONOMES DEMONSTRATIVOS – Indicam a posição de um ser ou objeto em relação às pessoas do discurso.
1ª pessoa este(s), esta(s), isto.................se refere a algo que está perto da pessoa que fala.
2ª pessoa esse(s), essa(s), isso................se refere a algo que esta perto da pessoa que ouve.
3ª pessoa aquele(s), aquela(s), aquilo......se refere a algo distante de ambos.

PRONOMES INDEFINIDOS – São imprecisos, vagos. Se referem à 3ª pessoa do discurso.
Podem ser variáveis (se flexionando em gênero e número) ou invariáveis.
São formas variáveis: algum(s), alguma(s), nenhum(s),nenhuma(s), todo(s), toda(s), muito(s), muita(s), pouco(s), pouca(s), tanto(s), tanta(s), certo(s), certa(s), vário(s), vária(s), outro(s), outra(s), certo(s), certa(s), quanto(s), quanta(s), tal, tais, qual, quais, qualquer, quaisquer...

São formas invariáveis: quem, alguém, ninguém, outrem, cada, algo, tudo, nada..

PRONOMES INTERROGATIVOS – São empregados para formular perguntas diretas ou indiretas. Podem ser variáveis ou invariáveis.

Variáveis: qual, quais, quanto(s), quanta(s).
Invariáveis: que, onde, quem...

PRONOMES RELATIVOS – São os que relacionam uma oração a um substantivo que representa. Também se classificam em variáveis e invariáveis.

Variáveis: o(a) qual, os(as) quais, quanto(s), quanta(s), cujo(s), cuja(s).
Invariáveis:que, quem, onde.

PORQUES

TURMA 71 E 72 - ATIVIDADE DE REFORÇO

O porque pode se apresentar de quatro maneiras distintas. De forma sintética:
PORQUE - usado para explicações;
PORQUÊ - empregado com o sentido de 'motivo';
POR QUE - usado em interrogações ou quanto for possível substituir por 'pelo qual';
POR QUÊ - empregado no final de frases interrogativas, antes da pontuação.

Respectivamente:
Não irei porque está chovendo.
Sei o porquê desta conversa.
Por que irás à casa de Maria?
Tenho que dormir por quê?

SUBSTANTIVOS

TURMAS 71 E 72 - ATIVIDADE EXTRA
Substantivo é uma palavra que nomeia coisas e seres reais ou imaginários. Tudo o que existe, ao ser nomeado, essa palavra é classificada como substantivo. Exemplo: casa, mesa, árvore, porta, cachorro, pá, anjo, etc.
O substantivo é classificado em comum, próprio, abstrato ou concreto, respectivamente: casa, Porto Alegre, saudade, porta.
Porém, também o dividimos em grupos pela sua formação, simples, composto, primitivo ou derivado, respectivamente: chuva, guarda-chuva, pedra, pedreiro.

Leia este fragmento retirado do texto de Leonardo Brasiliense e perceba quantidade de substantivos:
Solidariedade
Numa esquina da avenida mais movimentada, às sete da noite, o sinal fica verde, entretanto a carroça do papeleiro não se mexe. Os motoristas começam a buzinar. O papeleiro agita as rédeas, faz um som esquisito com a boca, e nada adianta. O cavalo empacou...
(em Corpos sem pressa, Casa Verde, 2000)


14 de outubro de 2016

APOSTO & VOCATIVO

APOSTO
É um termo que, referindo-se a um substantivo ou pronome, explica-os ou os esclarece. Na maioria dos casos, o aposto é precedido por vírgula, dois pontos, parênteses ou travessões. O aposto pode ser:
O aposto é separado do termo a que refere por vírgulas ou dois-pontos. Somente o aposto especificativo não é marcado por sinais de pontuação:
Seus olhos, duas bolas de pânico, impressionavam quem o via.
É imprescindível que o país adote duas diretrizes: distribuição de renda e reconstrução do ensino público.
Caetano Veloso, compositor consagrado, não suporta quem desrespeita sinal vermelho.
O compositor Caetano Veloso não suporta quem desrespeita sinal vermelho.
• Explicativo: explica o termo a que se refere. Exemplos:
Alexandre, o grande.
Dilma Rousseff, a primeira mulher presidente do Brasil.
PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais).
• Enumerativo: enumera dados relacionados ao termo a que se refere. Exemplos:
Tenho dois irmãos: Bianca e Fabrício.
A polícia já pacificou duas favelas: A Vila Cruzeiro e o Complexo do Alemão.
Já comprei produtos de limpeza: sabão em pó, amaciante, detergente, desinfetante e lustra-móveis.
• Especificativo: especifica o termo a que se refere. Exemplos:
A cidade de Porto Alegre.
O poeta Carlos Drummond de Andrade.
O mês de Julho.
*Observe a diferença da primeira construção com a seguinte: “O clima de Porto Alegre”. Nesta, “de Porto Alegre” equivale a adjetivo, pois pode ser substituído por “porto-alegrense”, sendo, portanto, adjunto adnominal e não aposto.

VOCATIVO
É um termo isolado do resto da frase que serve para invocar, chamar ou nomear uma pessoa ou coisa personificada. É acompanhado de sinal de pontuação (vírgula ou ponto de exclamação) e pode ser antecedido pela interjeição “ó!”.
O nome vocativo nos faz pensar em várias palavras ligadas à ideia de "chamar", "atrair a atenção": evocar, convocar, evocação, vocação. Vocativo é justamente o nome do termo sintático que serve para nomear um interlocutor a que se dirige a palavra. É um termo independente: não faz parte nem do sujeito nem do predicado. E mais uma função substantiva da oração, sendo desempenhada por substantivos, pronomes e numerais substantivos ou palavras substantivadas.
Exemplos de vocativo:
1. A vida, meu caro, não é nada piedosa.
2. A morte, Elisa, vem para todos.
3. Menino, não mexa nisto.
4. Saia já daí, Afonso!
5. Ó Deus, tenha piedade de mim.


FONTES DA PESQUISA:
Moderna Gramática Portuguesa de Evanildo Bechara
Nossa Língua Portuguesa de Pasquale Cipro Neto

ADJUNTO ADVERBIAL

ADJUNTO ADVERBIAL
O adjunto adverbial indica uma circunstância e é associado ao verbo, ao adjetivo ou a outro advérbio. É responsável por modificar o sentido de um adjetivo, do advérbio ou do verbo.
Como o nome já diz, o adjunto adverbial é essencialmente um modificador do verbo. Seu papel básico é indicar as circunstâncias em que se desenvolve o processo verbal (ideia de tempo, lugar, modo, causa, finalidade, etc.) ou intensificar um verbo, um adjetivo ou um advérbio. A semelhança entre esse conceito e o de advérbio não é gratuita, já que o adjunto adverbial é uma função adverbial da oração, ou seja, é uma função desempenhada por advérbios e locuções adverbiais.
A classificação do adjunto adverbial depende basicamente da circunstância que expressa. Observe:
No Brasil, muitas crianças ainda morrem de fome.
Há nessa oração três adjuntos adverbiais: de fome é adjunto adverbial de causa; ainda é adjunto adverbial de tempo; no Brasil é adjunto adverbial de lugar.
Às vezes não é possível apontar com precisão a circunstância expressa por um adjunto adverbial. Em alguns casos, as diferentes possibilidades de interpretação dão origem a orações sugestivas. Em:Entreguei-me calorosamente àquela causa. é difícil precisar se calorosamente é um adjunto adverbial de modo ou de intensidade: na verdade, parece ser uma forma de expressar ao mesmo tempo as duas circunstâncias. Por isso, é fundamental levar em conta o contexto em que surgem os adjuntos adverbiais. Isso é mais importante do que pura e simplesmente decorar classificações. A seguir, você encontrará uma relação em que aparecem algumas circunstâncias expressas por adjuntos adverbiais. Essa relação deve servir para você perceber a riqueza expressiva desse termo sintático e não para que você se "descabele" tentando decorá-la.
Exemplos:          Hoje é o dia da árvore. (“Hoje” indica tempo)
Cantamos muito para você. (“muito” intensifica o verbo “cantamos”)
Estavam muito bonitas para a festa. (“muito” intensifica o adjetivo “bonitas”)
Dormimos muito bem esta noite. (“muito” intensifica o advérbio “bem”)

Em todas as orações acima o termo “muito” é um adjunto adverbial de intensidade. Já na primeira oração o termo “hoje” é adjunto adverbial de tempo.

Agora, observe este exemplo:
Hoje fui de ônibus para minha casa.

Vemos que ‘hoje’ é um indicativo de tempo, ‘de ônibus’ um indicativo de meio (o meio pelo qual fui) e ‘minha casa’ um indicativo de lugar. Portanto, podemos dizer que ‘hoje’ é um adjunto adverbial de tempo, ‘de ônibus’ um adjunto adverbial de meio e ‘minha casa’ um adjunto adverbial de lugar. Logo, observamos que o adjunto adverbial pode ser constituído por um advérbio:
Ele decidiu falar demais.
Ou por uma locução adverbial:
Ele colocou o livro na sala.

De acordo com a circunstância que expressam, os adjuntos recebem distintas classificações:
1)Modo –                           Mamãe anda apressadamente.
2)Tempo –                         Viajaremos amanhã.
3)Intensidade –                 Eu gostei muito do presente.
4)Negação –                      Não conhecemos os jogadores do outro time.
5)Afirmação –                   Certamente irá conosco.
6)Dúvida –                         Talvez chegue atrasada.
7)Finalidade –                   Eu me esforcei para vencer.
8)Companhia –                 Fomos com os amigos.
9)Causa –                           O animalzinho morreu de sede.
10)Assunto –                    Ele falava sobre você.
11)Matéria –                     Os artesanatos são feitos de barro.
12)Instrumento –               Ele se feriu com a faca.
13)Lugar –                          Moramos em Maceió.

14)Meio –                          Viajamos de avião. 

FONTES DA PESQUISA:
Moderna Gramática Portuguesa de Evanildo Bechara
Nossa Língua Portuguesa de Pasquale Cipro Neto